“We all
got hacked.” – Timothy McGee
Até que
demorou um pouquinho para que a equipe fosse hackeada. Mas não achei que
justamente um Vice Almirante, amigo do pai de McGee, mandaria o vírus para
eles. Apesar de ser um caso que, para mim, acabou ficando um pouco confuso, não
vou tirar a avaliação de “muito bom” de A Bowl of Cherries. O
principal motivo? Alexandra Quinn. Mas falo sobre isso depois.
Toda essa
questão de criogenia é bem interessante, mas também estranha. Afinal, a pessoa
fica congelada por sabe-se lá quanto tempo, a família gastando um dinheiro
absurdo para manter o ente dentro do tanque para que ele seja reanimado no
futuro. E se todo o investimento vai por água abaixo? A pessoa pode perder
todas as suas lembranças ou, pior ainda, pode acabar não conseguindo ser
reanimada. Foi por isso que Carlo congelou pessoas vivas, com a desculpa de que
seria mais fácil reviver os “clientes”. E o que o vírus tinha a ver com isso?
Hackett simplesmente matou Asher por tê-lo liberado novamente, fazendo lucro
sozinho.
Vivo
reclamando sobre não saber mais sobre alguns personagens, principalmente os
novos. Depois de Torres e Reeves, finalmente foi a vez de Quinn ganhar o devido
plot. E não sei mais como agradecer, porque foi realmente algo bem interessante
e que vai acabar mudando muito as atitudes dela em relação aos casos e aos
colegas, começando talvez com Nick. Gostei muito de ver que ele realmente se
preocupa com ela, mas fiquei pensando: será que a descoberta do Puppy Love anda
rendendo? Só o tempo pode dizer. Além disso, que coisa mais fofa ele e a mamãe
Quinn. Por mais cenas do Torres com as mães.
A situação
de Marie é bem complicada. Até entendo ela querer esconder ao máximo o fato de
estar esquecendo algumas coisas, mas agora, mais do que nunca, ela vai precisar
da Alex ao lado dela. Confesso que tive vontade de abraçar Quinn e nunca mais
soltar, porque odeia quando um dos meus babes sofrem. Ela ter decidido se mudar
para a casa da mãe me fez lembrar de Ducky e Victoria (que também tinha
Alzheimer) e das incansáveis vezes em que Gibbs tentou fazer com que Jackson
fosse morar com ele. Espero que a história seja explorada de novo.
Outro motivo
para o episódio ter sido muito bom foi o fato de que todo mundo apareceu, até o
Doutor Palmer. Gente, que coisa mais fofa ele e o Ducky tomando chá enquanto
esperavam os cadáveres descongelarem. Sinto muita falta dos dois juntos e cenas
como essa me deixam bem feliz por terem decidido tirara o Gerald e colocar o
Jimmy como assistente de Ducky.
Também foi
extremamente divertido ver todo mundo reclamando de ter que usar celulares
iguais aos do Gibbs. Seja para mandar alguma mensagem ou simplesmente para
atender uma ligação, parecia que a equipe tinha esquecido completamente sobre
como lidar com um flip phone. Achei incrível não ter tido nenhum tipo de
reclamação de McGee, que geralmente é o primeiro a ficar chorando pela falta de
tecnologia adequada. Não consegui decidir se o melhor foi Gibbs se orgulhando e
declarando seu amor por seu celular ou Nick tentando atender uma ligação, que
nem para ele era, por sinal.
“Like she
says, if life is a bowl of cherries, why do I always get the pits?” – Alexandra
Quinn



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