“Two things I've been sure of my whole life. I know my job,
and I know my daughter. Right now, I'm not so sure about the second one.” –
Dwayne Cassius Pride
O episódio dessa semana trouxe o seguinte questionamento: “o
quanto conheço uma pessoa que acreditava conhecer muito bem?”. Isso acontece
com todo mundo ao longo da vida, principalmente em relação a amizades.
O que gostei desse episódio foi um foco maior em Patton.
Mais precisamente, em como Patton ficou durante o caso em que sua amiga, e
antiga paixão, Kayla Anderson, se torna testemunha e suspeita. A morte nesse
caso foi um pouco semelhante a uma em NCIS (S08E05 – Dead Air), porém a
motivação e a conclusão foram completamente diferentes, o que me chamou muito a
atenção.
Enquanto apresentava seu programa de rádio, Kayla recebe a
ligação do Capitão Jim Grant elogiando o projeto que ela estava organizando
para ajudar crianças de alto risco a encontrar um caminho melhor, podendo até
seguir os passos da mesma e se juntar à Marinha. Porém, no momento em que o
Capitão ia contribuir para o Youth Stripes, ele é assassinado.
Apesar de ter gostado bastante do caso, achei um pouco
previsível, principalmente depois da descoberta do romance entre Kayla e Grant.
Porém a interação entre Patton e Anderson foi a chave para deixar tudo um pouco
mais interessante. Desde o começo já não estava acreditando muito na história
de “só amizade”, o que só aumentou quando King pediu para que o computador
pessoal de Kayla fosse vasculhado e Triple P ficou um pouco relutante em
obedecer ao chefe. Depois ele admitiu para Brody que eles ficaram juntos por
tempo, mesmo sem ele saber que ela gostava mesmo era de Jim. Isso foi a
primeira prova do questionamento já citado.
A segunda foi a aparição de Laurel. Li essa semana na página
do NCIS New Orleans que ela faria uma participação e quase todo mundo disse que
ela estava grávida ou iria se casar. Eu não consegui chegar a uma conclusão,
mas não concordava com nenhuma dessas alternativas. Porém o assunto que ela foi
interessante, até porque é algo extremamente comum, principalmente quando se
está na faculdade. Não nego: já pensei diversas vezes em largar a Química e
tentar outra coisa. No meu caso, algumas disciplinas estavam acabando comigo,
fazendo com que eu começasse a detestar meu curso (e as tais disciplinas são
mais voltadas para a área da Física e da Matemática). Já no caso de Laurel, ela
começou a se questionar se o piano é realmente o que ela quer para o futuro
dela ou se deixou o pai decidir o que seria o melhor para a filha.
O modo como King lidou com a situação foi, de certa forma, o
certo. É de se esperar que, ao saber da notícia que a filha quer desistir da
faculdade, um pai fique em estado de choque e começa a temer pelo pior. Porém
acreditar na filha é o que torna tudo mais simples. A cena final, em que os
dois se sentam no piano e cantam “Under Pressure” fez meus olhos se encherem de
lágrimas, ainda mais por ouvir o Scott Bakula cantando. Outra coisa que percebi
foi como Lasalle parece considerar Laurel como uma irmã. E isso trouxe várias
cenas ótimas, como, por exemplo, quando King quase é atropelado e Chris compara
as atitudes de seu pai com as de seu chefe. Foi um episódio muito bom, mesmo
com algumas coisas a serem melhoradas.
P.S.: Nada de Sonja, novamente. Estou começando a suspeitar que
ela pode não continuar na série por muito tempo;
P.S.2: Sebastian fazendo trabalho de campo <3;
P.S.3: Não sei o motivo, mas a Brody anda me irritando
bastante ultimamente.
“I didn't pick an easy career, Laurel. Whole family's made
sacrifices for it. And I want the same thing for you, baby girl. Whatever it
is, whatever's right.” – Dwayne Cassius Pride


