“You can win $100 million verdicts against
multinational corporations, but you can't argue your way out of jury duty?” –
Benjamin Colón
Novamente os sentimentos
conflituosos em relação ao episódio bateram na minha porta. O episódio foi bom,
muito bom mesmo, mas tinha algo que ficava me incomodando o tempo todo. E olha
que, dessa vez, nem foi a falta da Cable, que, por sinal, continuo sentindo
imensamente.
Quando vi o nome do episódio, já
imaginei que eles teriam que trabalhar em um caso que JB era jurado e ele iria
tentar descobrir o que eles tinham e a equipe teria que esconder toda a
pesquisa/dados do júri dele. Fiquei bem chateada quando tudo foi resolvido na
metade do episódio e pronto, Jason estava de volta ao caso que traria seus
clientes de volta. Eu queria que os roteiristas tivessem dado um pouco de
destaque para o homem que estava sendo acusado de praticar direito sem licença.
Pelo menos para que os roteiristas de Suits soubessem como escrever um arco de
redenção.
Quanto ao caso principal: eu
entendo o lado da mãe por não ter ficado feliz do Bull ficar largando o caso
dela para ir para o júri, principalmente porque foi ele que ofereceu os
serviços a ela. Mas aí também tem a história de ela querer demitir Benny e
Chunk. Uma coisa é ficar com raiva de JB, outra é simplesmente fingir que os
dois não estão dando o melhor para livrar ela da prisão perpétua. Por isso
gostei tanto do que JB disse, para ela colocar um sorriso no rosto.
Mas, por outro lado, a situação
dela era terrível. A dor de perder um filho deve ser inimaginável e não se dá
para ter a menor ideia de como alguém vai reagir. Gostei que deu um empate e a
promotora desistiu das acusações. E que ela era uma mala, isso com certeza.
Deixasse meu baby Colón fazer a EED.
Por falar nele, não aguentei a
cena dele deitado na mesa com dor nas costas porque tudo estava dando errado. Sério,
ele é um bebê que merece ser protegido a todo custo. Só queria ter visto mais
dele e do Chunk no tribunal, porque Palmer é maravilhoso e merece muito que sua
hora de brilhar chegue.
Marissa ficou um pouquinho
apagada nesse episódio, mas com os vestidos cada vez mais maravilhosos. Agora
Danny... eu ainda estou bem mal com toda a situação que ela está enfrentando
com a falta da Cable. Eu ainda acho que ela vai acabar pegando o Gabriel, mas
vamos ver como isso se desenrola. Achei que ela seria a pessoa que iria receber
a mãe da Cable na TAC, mas seria doloroso demais. Só quero ver quando eles vão
decidir que é uma boa hora para processar quem construiu a ponte.
“Don't speak. Three things. First thing, I
don't give a damn who you're pissed off at or why. When you're sitting in that
courtroom, you better be looking like a victim and not like the Wicked Witch of
the West, or you're not gonna fire me, I will quit. And if I do that, there's
not a law firm in this town worth a damn that will touch you with a ten-foot
pole. Second thing. I am moving heaven and earth to get down here and be by
your side. I have every hope that tomorrow morning I will be there, but I can't
promise. What I can promise is that I am totally involved in your defense, and
those two men standing behind me are doing everything they are supposed to be
doing. But if you're unhappy, or you have a better idea, or you have some
secret plan for getting away with murder on a New York City sidewalk in broad
daylight, I'd love to hear it. I didn't think so. And third, there is one thing
I am certain of. If we don't put your daughter on that stand, you are going to
prison. And the only question will be for a quarter of a century or the rest of
your life?” – Doctor Jason Bull



Postar um comentário Blogger Facebook