“Your dad would be proud of you, Tim.” – Leroy
Jethro Gibbs
Eu realmente gosto quando o caso
é complicado. Não porque é difícil de resolver, mas porque a logística do caso
é complicada. Tão complicada que até Vance não queria que a equipe investigasse
a situação em Fragments. Mas a parte mais importante do episódio foi McGee
fazendo de tudo para exonerar o suposto culpado porque toda aquela situação
estava lembrando do pai dele. Sério, Tim sempre foi um personagem que significa
muito para mim. Principalmente por ter sido um novato extremamente nerd no
começo da série e ela ter acompanhado seu desenvolvimento ao longo de 16 anos.
Por isso que todo e qualquer episódio que dá um pouco de destaque para McGee já
se torna ótimo.
Esse episódio foi realmente bem
emocionante, principalmente porque Ray acreditava que havia sido culpado pela
morte do amigo e não queria saber de alguém que poderia dizer o contrário. A
conversa que ele teve com Tim foi maravilhosa e eu não poderia ter ficado mais
feliz. Ver Gibbs e Vance batendo de frente um com o outro sempre é uma coisa
maravilhosa, afinal, os dois se conheceram brigando. E isso tudo só deixou o
episódio melhor. Mas o destaque definitivo foi McGee. Sem sombra de dúvidas.
Finalmente Kasie foi promovida! E
eu gostei do arranjo das caixas de som e cadeira que ela fez no laboratório.
Afinal de contas, fazendo isso ela deixou bem claro que agora ela é a dona do
laboratório, não mais a Abby. Bishop com toda a treta Laurel/Yani foi ótimo.
Bem deslocado, porque isso foi há uns bons meses atrás, mas rendeu bons
momentos. Principalmente porque ela estava inconformada por ouvir só Laurel e
Nick ficava insistindo que podia ouvir as duas coisas. Ah, ilusão.
“Because you're a good guy, and this is a dirty
business. And if you didn't feel that way, then I'd start to worry about you.”
– Leroy Jethro Gibbs
Eu amo Nick Torres e vou protegê-lo.
Sério, Beneath the Surface já é o segundo episódio na temporada que ele tem uma
crise de consciência e, por mais que eu ame esse lado mais sensível dele, eu
não aguento mais ver ele sofrendo ou tentando entender o motivo de não se
sentir bem com o que faz. Sério, quero enrolar ele em um cobertor e proteger,
porque coitado.
Que ele teria capacidade para ser
hitman? Com certeza. Mas não é do feitio dele. A personalidade dele não condiz
com isso. Ainda mais porque ele não poderia ficar fazendo as gracinhas
habituais e poderia nem conhecer Bishop. E por falar nos dois... sério, os
roteiristas têm que fazer alguma coisa rápido, porque depois de ver ele
chamando ela de “babe” eu só tive certeza de que quero os dois juntos o mais
rápido possível.
Mas o melhor mesmo foi toda a
situação de Jimmy e os fantasmas da autópsia. Sério, eu sinto tanta falta de
alguém pregando peças pelo escritório na época do Halloween que não teve como
não morrer de rir com a situação do médico legista. Agora por ter sido McGee o
responsável, tudo ficou melhor ainda. Eu sei que Ducky pediu para ele fazer
essa “surpresa” para Palmer, mas nada me faz não acreditar que por trás da
vingança de Jimmy tem um dedo –
ou uma mão inteira – de Tony DiNozzo. Seria meu sonho.
Quanto ao caso: foi bom mas valeu
mais a pena pelo Nick. Agora que aquele agente da CIA é muito suspeito, isso é.
Ainda mais indo diretamente em Vance e Jack e perguntando sobre o que eles passaram
no verão... Eu sei que ele vai voltar e vai estar relacionado com toda a
situação que vai envolver o diretor. Mas, novamente, não estou muito a fim de
ver os roteiristas dando outra história que o foco seja ele sofrendo.
P.S.: Eu quero aqueles carros!
“Look, no disrespect I'm just not sure you know
what it's like to look in the mirror and, uh and see a killer. Actually
maybe you do.” – Nicholas Torres



Postar um comentário Blogger Facebook