Na expectativa pela estréia de Jurassic World 2: Reino Ameaçado, o DDS vai trazer para vocês as reviews de todos os filmes da saga dos dinossauros até aqui! E para começar, voltamos ao ano de 1993!
25 anos depois, Jurassic Park (Parque dos Dinossauros) ainda é um filme que tem seu mérito e valor. Inovador na época, ele consegue ser visto nos tempos mais modernos e ainda assim não agride nossos olhos com uma computação gráfica terrível. Penso também que a nostalgia seja capaz de nublar nossos olhos e esconder ou tornar irrelevantes pequenas falhas.
A história apresenta um parque criado por John Hammond, que não poupou despesas! Toda a parte cientifica do filme se constrói de maneira interessante e rápida, partindo logo para a demonstração dos animais. Deixando de lado toda a questão da viabilidade de tudo aquilo ser feito, é importante entender a mágica pelo simples fato de duas espécies tão distantes se encontrarem.
Para apresentar seu parque à especialistas e acalmar os investidores, John convida Alan Grant, Ellie Sattler e Ian Malcolm para avaliar seu empreendimento. Além disso, seus dois netos, Tim e Lex também estarão lá, uma vez que o Parque é também para as crianças.
O filme pode ser dividido em duas partes. No começo temos a aventura cientifica, com a descoberta dos animais e toda parte de sua criação. Vamos acompanhando com um misto de fascinação e de desejo tudo o que acontece, uma vez que os olhos das crianças e dos especialistas se confundem. Porém, como Dr. Malcolm poderia apontar (e o faz) com sua Teoria do Caos, uma hora tudo dá errado.
Ao construir sua história, logo notamos quais são os protagonistas entre os dinos. O T-Rex, presente desde sempre no imaginário das pessoas como um grande predador (não era bem assim) e os Velociraptors, esses sim ótimos caçadores e que retornarão com frequência na franquia. Como já apontei, toda aparição dos animais é carregada de beleza e boa construção, sendo assim pouco nos importamos com a computação gráfica. Além disso, toda a utilização de efeitos práticos também ajuda muito.
A fluidez do filme é um traço marcante, seguido sempre por sua beleza técnica e roteirística. Cria-se ali toda uma legião de fãs da saga e principalmente dos Dinos. Um belo começo para uma longa história!



Postar um comentário Blogger Facebook