Mais do que uma história sobre o avô do Superman, Krypton é sobre uma sociedade, sobre um planeta. Sobre Zod.
O passado do planeta do Homem de Aço pouco foi explorado nos quadrinhos e isso serve para dar uma liberdade ainda maior para a construção de um universo em torno do planeta. Sempre soubemos que Krypton foi destruída e com isso Superman se torna o Último Filho de Krypton. E em sua primeira temporada, a série atingiu esse objetivo.
Com a ajuda do expediente mais simples e útil possível, viagens no tempo, conseguimos nos ligar aos personagens do passado do planeta, ao mesmo tempo que temos referências àqueles que nos são comuns. O próprio Superman não dá as caras, mas sua importância e presença são sentidas durante todo o show.
Adam Strange é o grande responsável, junto do avô de Seg-El, para nos lembrar da importância do Homem de Aço, assim como do papel da esperança em tempos sombrios. O foco da série está na cidade de Kandor, onde uma teocracia sombria mantem todos em um clima de medo e violência. E tudo pode sempre piorar.
Ele não exita em alterar o futuro, afetando o Maior Herói da Terra, para salvar seu planeta. Zod veio para ficar, independente do meio que deva usar. A presença sempre perigosa do Apocalypse estava ali, mas era Zod quem dava as cartas.
Acompanhar sua frase mais marcante no fim da temporada foi especial. A série era sobre um planeta. Era sobre o avô do Superman. Era. Agora é a série sobre Zod. E todos devem se ajoelhar perante Zod.



Postar um comentário Blogger Facebook