É meio inevitável não me apresentar antes de começar a review. Eu sou a Lilian e, além de fazer as reviews de Crossing Lines, estou assumindo as de NCIS.
Começando pelo episódio 11x10 – Devil’s Triad. Um cabo é encontrado morto e o assassino é um palhaço. Esse mesmo cabo tinha dois celulares, um contendo ligações de um número de um hotel. Gibbs e DiNozzo vão investigar e, quando chegam ao quarto, encontram a ex-mulher de Gibbs e, alguns segundos depois, o agente do FBI Fornell, também ex-marido de Diane. Um dos episódios mais engraçados da temporada, mostrando a conturbada convivência entre Diane, Fornell e Emily, a filha do casal, e como Gibbs participa da história dos três.

O episódio 11x11 – Homesick trouxe o Natal e todo o seu clima aconchegante. Várias crianças começam a adoecer do nada e, como estão na base naval, o caso se torna do NCIS. Além do caso central, o episódio veio com outros dois plots. O primeiro vem desde o fim da 10ª temporada, onde Jimmy e sua esposa decidem adotar uma criança, finalmente as coisas começam a andar um pouco. O segundo foi a visita que Vance recebeu. Quase um ano após a morte de sua esposa, o pai dela chega a sua casa procurando seus filhos. Após um discurso de Abby que afetou indiretamente o diretor, ele pensa e decide o que é melhor para ele e suas crianças.

Os episódios 11x12 – Kill Chain, 11x13 – Double Back e 11x14 – Monsters and Man finalizaram o plot de Benham Parsa. Destaque para a Bishop, que mesmo sendo uma especialista em Parsa manteve tudo em segredo por um bom tempo. Outro ponto importantíssimo é a mudança que McGee sofreu após o ocorrido com Delilah. Só de ver a expressão triste dele, você fica triste também.
E, como após a tempestade vem a calmaria o episódio 11x15 – Bulletproof foi um refresco. Em seu primeiro caso como agente do NCIS, Bishop lida com um lote de coletes à prova de balas defeituosos encontrados em um carro. Foi lindo ver com o Sargento Linn superou o fato de estar na cadeira de rodas após ter sido vítima de um dos coletes. Devo admitir que não aprovei a Delilah no começo da temporada, mas achei tão legal o fato dela e do DiNozzo ficarem brincando com a condição em que ela se encontra. E depois ela falando com o McGee que queria saltar de pára-quedas. Foi definitivamente um episódio que me fez sorrir e chorar.
O próximo episódio é o de número 250 e, espero, que seja tão bom quanto o 150!
Promo do próximo episódio: